Há manhãs em que eu acordo com um nó cego no peito e o coração do tamanho de uma ervilha, principalmente se nada me ocupa.
Um nó daqueles difíceis de tirar e sem grandes explicações. Uma dor que chega a ser física, desencadeando outras reações físicas que costumam me assolar quando me sinto assim.
Tenho todos os motivos e nenhum para me sentir dessa forma. Mas a alegria ainda há de ser prioridade. Dizem que o segredo da vida é não se importar, poupar sentimento...definitivamente e graças a Deus, eu não enxergo o mundo dessa forma. Quero toda a intensidade da vida, por mais que isso me consuma noites a dentro.
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